domingo, 10 de janeiro de 2016

"Comer, rezar, amar..."

Desprezamos certos livros às vezes pela capa, pelo título ou por achar a sinopse meio sem graça, mas sabe! Eu acho que gostamos de um livro pelo gosto que é obvio, mas o estado emocional conta muito. Esse por ex: "Comer, rezar, amar", embora tenha ficado um bom tempo desfrutando apenas de sua capa, sem intenção alguma de me aventurar trouxe-me  um olhar  diferente, quando finalmente o devorei. O início  da leitura fica a desejar, mas  conforme as paginas vão  se avançando  acontece um misto de encanto.
Imagine uma mulher cansada da sua zona de conforto, decepcionada, acabara de sair de uma separação, vítima de uma depressão e prisioneira de seus próprios conflitos, cansada sai em busca de sua recuperação pessoal. Esse livro é um clássico assim como o filme, embora muitos tenham gostado mais do filme, confesso que viajei milhas pelos textos e reflexões. Meu olhar por ele foi um tanto pessoal, como se eu fizesse parte de quase todos os detalhes. 

By Luciana

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Todos vêem as pingas que eu tomo, mas ninguém vê os tombos que eu levo...

Estava eu conversando com uma amiga, aliás eu ouvia mais do que possivelmente falava, queixas e mais queixas, reclamações, ou seja pessimismo total, bom! Todos nós temos dias terríveis, cinzas, negros, mas vamos combinar, toda vez encontrar a pessoa e o assunto ser sempre o mesmo, ui! Não dá né? Tentei acalmá-la de todas as formas possíveis tentando achar soluções, mas percebi que não queria ajuda, aí não tem santo que resolve mesmo! Derrepente ela solta uma frase: "Nossa, queria ser assim como você, tranquila, bem resolvida e sem problemas...". Como se não faltasse mais nada, minha amiga tentando arrumar um problema pra mim, aí eu digo: Todos  vêem as pingas que eu tomo, mas ninguém vê os tombos que eu levo... Esse exemplo serve para aqueles que muitas vezes acham que a vida do outro está sempre perfeita, como diz o ditado, acho que já até citei em um outro texto: (a grama do vizinho é sempre mais verde), mas tá aí um engano, os meus problemas talvez sejam da mesma intensidade ou talvez maiores que os dela, mas é a forma que os recebo e conduzo que difere. Porque vou passar minha vida me lamentando, me queixando, exceto uma vez ou outra para desabafar, chorar em um ombro amigo, mas constantemente se torna hábito e dos mais terríveis ao modo que o outro acaba se afastando e evitando indiretamente a sua amizade. As pessoas de modo geral não gostam de negativismo, até mesmo aqueles que estão sofrendo por algum motivo adoram estar ao lado de alguém divertido, otimista que possa levantar o seu astral, mas diferente dessa minha amiga que prefere que você se lastime e tenha um problema árduo  para competir com o dela. Pessoas assim sofrem e vivem achando que estão certas e não notam muitas vezes essas atitudes. Eu me sinto comovida por ela estar assim dentro de uma bolha sem muitas expectativas, só cabe a ela ou a quem está neste momento passando por esta mesma situação tentar enxergar e estourar a bolha na qual vivem e se libertar desses pensamentos negativos. Sei que não é fácil e em alguns casos se faz necessário de ajuda profissional (Terapeuta) para lidar com essa situação, mas faça um esforço, sacode a poeira dá a volta por cima, tente que você conseguirá com mais força de vontade o melhor pra você.


By luciana